O Instituto Canguelê atua como “guardião da autenticidade” das tradições culturais alagoanas, mantendo vivas manifestações como Bumba-meu-boi, Pastoril, Coco e Fandango em sua “alma original”, resistindo deliberadamente à descaracterização comercial. Ao levar estas expressões para o cotidiano das crianças, o projeto assegura transmissão intergeracional de patrimônio que corre risco de desaparecimento, especialmente em contextos urbanos onde “a modernização desenfreada e competição comercial têm progressivamente descaracterizado o fazer cultural nordestino”.












